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A primeira viagem missionária do apóstolo Paulo está registrada em Atos 13 e 14. Logo após serem separados pelo Espírito Santo (At 13.2,3), Paulo e Barnabé, guiados pela direção divina, iniciaram a obra que o Senhor lhes confiara. A jornada durou cerca de dois anos, entre 46 e 48 d.C. Nesse período, acompanhados por João Marcos, partiram de Antioquia da Síria, seguiram para Chipre — terra natal de Barnabé — e avançaram pela Ásia Menor, anunciando o Evangelho em Antioquia da Pisídia, Icônio, Listra e Derbe. Toda a missão tinha um alvo claro: alcançar os gentios e revelar que o plano de Deus abraça todas as nações sob a luz de Cristo. Esse é o assunto que veremos nesta lição.
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Lucas registra o cumprimento progressivo da promessa de Jesus em Atos 1.8: o Evangelho alcançaria Jerusalém, Judeia, Samaria e chegaria aos confins da Terra. Os capítulos 13 a 28 marcam a grande virada da narrativa, quando o foco deixa de ser Jerusalém e passa a Antioquia. É dessa igreja, caracterizada por diversidade, sensibilidade espiritual e prática missionária madura, que o Espírito Santo convoca Paulo e Barnabé para a evangelização dos gentios. A partir desse ponto, o ministério de Paulo torna-se central, e o Espírito é mostrado como o verdadeiro condutor da expansão cristã. A Missão Gentílica nasce, portanto, não como estratégia humana, mas como resposta ao chamado direto do Espírito para alcançar as nações.
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Nesta lição, estudaremos o assentamento de Israel na Terra Prometida, após a morte de Josué, e o motivo do seu fracasso em conquistar plenamente a herança que Deus havia prometido. Mesmo após tantas demonstrações do poder divino, o povo vacilou em sua obediência, permitindo que o medo, a incredulidade e a influência das nações pagãs comprometessem sua fidelidade ao Senhor. Apesar do início promissor com a tribo de Judá, a desobediência progressiva das demais tribos, mergulhando na idolatria e no sincretismo religioso, trouxe consequências espirituais sérias.
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Neste trimestre, estudaremos o livro de Juízes, que retrata um período marcante na história do povo hebreu, logo após o início da conquista da Terra Prometida. Sem uma liderança centralizada, e cercado por povos pagãos, Israel enfrentou grandes desafios para preservar sua identidade, sobrevivência e fidelidade ao Senhor. Diante desse cenário de crises espirituais e morais, Deus levantou líderes capacitados pelo Espírito do Senhor, denominados juízes, para libertar o povo da opressão e conclamá-lo ao arrependimento e à obediência. Na primeira lição, teremos um panorama geral do livro. Aprenderemos sobre o seu contexto histórico, estrutura e mensagem central: um convite à fidelidade a Deus em meio à instabilidade e à cultura que tenta afastar o povo da vontade divina.
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Com esta lição, encerramos o trimestre de estudos a respeito dos patriarcas Abraão, Isaque e Jacó. Abraão, com quem teve início o povo judeu, Isaque e Jacó têm seus nomes na galeria da fé de Hebreus 11. Eles deixaram um legado inestimável para o povo judeu, para a Igreja do Senhor e para toda a humanidade em todos os tempos. Tanto o Judaísmo como o Cristianismo tem o exemplo de fé e obediência dos patriarcas a Deus como padrão para todos os que querem desenvolver uma fé verdadeira e viva no Senhor.
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Chegou o dia em que finalmente Jacó teria que encontrar seu irmão e acertar as contas com ele. Seu coração estava temeroso e ansioso. Mas Esaú ao encontrar Jacó, abraçou-o e beijou-o. O inesperado aconteceu! Podemos ver o encontro fraternal entre os dois irmãos, que, pela graça de Deus, tomaram atitudes de valor, perdoando um ao outro. Aquele episódio tinha tudo para dar errado e tornar-se uma tragédia, mas o Senhor interveio. Nessa oportunidade, veremos que o encontro de Esaú com Jacó é um exemplo a ser seguido por todos os que tiverem algum tipo de desentendimento com seus familiares ou outras pessoas próximas.
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Jacó cresceu em uma família marcada por favoritismos e conflitos: Isaque amava Esaú, e Rebeca, a Jacó. Nesse ambiente, ele aprendeu a enganar para alcançar o que queria. Contudo, ao fugir de casa, começou o processo de transformação que Deus realizaria em sua vida. O homem que enganou passou a ser enganado, e nas lutas e dores foi sendo moldado pelo Senhor. Em Peniel, teve um encontro decisivo com Deus e recebeu um novo nome: Israel. Nesta lição, veremos como Deus mudou seu caráter e fez dele um homem de honra, mostrando que só o Senhor pode transformar a vida humana. A história de Jacó nos ensina que a verdadeira mudança não vem das circunstâncias, mas do encontro pessoal com Deus, que nos faz novas criaturas.
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Na lição anterior, vimos que o relacionamento entre Esaú e Jacó era conflituoso a ponto de Esaú planejar matar Jacó depois do episódio que resultou na perda da bênção que seria sua após a morte de Isaque. Ante a ameaça de uma possível tragédia, Rebeca e Isaque aconselharam Jacó a ir embora para a casa de seu tio Labão, em Harã. Jacó tornou-se um fugitivo e saiu de casa sem levar nada, indo em direção ao deserto. Mas Deus revelou-se a ele num sonho que mudou sua vida.
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Nesta lição, veremos que a família de Isaque estava dividida. Isaque tinha Esaú como seu filho predileto, talvez por ser o primogênito. Já Rebeca demostrava amar e identificar-se mais com Jacó, o mais moço. Tal predileção só trouxe prejuízos para a família e, principalmente, para Rebeca, que morreu sem poder ver novamente seu filho preferido. A predileção dos pais trouxe insegurança para os filhos e instalou um grande conflito em toda a família.
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Assim como Deus foi com Abraão, Ele também foi com Isaque. No entanto, a promessa e a bênção do Senhor não nos isentam das dores e das perseguições. Isaque, o filho da promessa, por um milagre, veio ao mundo dentro do plano de Deus prometido a Abraão e à sua descendência. Ele cresceu e casou-se com Rebeca, “filha de Betuel, arameu de Padã-Arã”, mas sua esposa também era estéril, como o foi sua mãe. Entretanto, como filho de Abraão, Isaque também era um homem de fé e orou a Deus, e o Senhor o ajudou em todas as suas dificuldades. Nesta lição, veremos como Isaque enfrentou muitos obstáculos na sua jornada, mas permaneceu fiel ao Senhor.
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Deus dirigiu Abraão a sair de sua terra e do meio de seus parentes, para uma terra que ele não conhecia. O patriarca obedeceu sem questionar. Mas a maior prova ainda estaria por vir. O Todo-Poderoso chamou Abraão e lhe pediu algo muito difícil. Uma resolução jamais vista até então. O patriarca deveria tomar seu único filho, o filho da promessa, a quem ele amava, e oferecê-lo em holocausto ao Senhor. Abraão não hesitou em fazer tudo que o Eterno havia pedido. Deus estava colocando o patriarca à prova. É o que vamos estudar nesta lição.
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Nesta lição, veremos que Abraão já tinha cem anos e Sara estava com noventa, quando o extraordinário, que parecia impossível, aconteceu. Deus visitou Sara no tempo que Ele já havia determinado e cumpriu com a sua promessa. O Senhor não opera de acordo com a lógica humana, mas segundo a sua soberana vontade. Saiba que, quando Deus quer fazer algo em nosso favor, nada e ninguém pode impedir.
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Chegamos ao final do trimestre afirmando a necessidade do discernimento espiritual que é dado por Deus para distinguir entre o que é verdadeiro e o que é falso, entre o que é de Deus e o que é contrário à sua vontade. Em tempos de confusão e múltiplas vozes religiosas e ideológicas, essa habilidade torna-se essencial para a saúde espiritual do cristão. Discernir não é apenas uma questão de conhecimento intelectual, mas uma prática espiritual fundamentada na Palavra de Deus e operada pelo Espírito Santo. Nesta lição, estudaremos a importância do discernimento, suas fontes principais e como devemos praticá-lo no cotidiano cristão, objetivando capacitar o crente a desenvolver um espírito vigilante e sábio, que glorifique a Deus por meio de uma fé bem fundamentada na Verdade.
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A fé cristã está profundamente enraizada na cruz, na dependência do Espírito Santo e na soberania de Deus. Contudo, em nossos dias, cresce entre muitos cristãos um ensino que, embora revestido de linguagem espiritual, está distante das Escrituras: o Triunfalismo. Essa abordagem religiosa prega uma vida cristã marcada apenas por vitórias, abundância e ausência de sofrimento, negando a realidade das tribulações e a centralidade da cruz.
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A chamada Teologia da Prosperidade tornou-se influente em muitos círculos cristãos contemporâneos, apresentando uma narrativa atraente: “Deus quer que todos os seus filhos sejam prósperos financeiramente e plenamente saudáveis”. A mensagem atrai multidões com promessas de cura e riqueza em troca de fé e ofertas, muitas vezes ignorando os contextos bíblicos e teológicos que sustentam a verdadeira fé cristã. Contudo, esse ensino apresenta uma visão reducionista de Deus, tratando-o como um “distribuidor automático” de bênçãos mediante atos de devoção.
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Hoje estudaremos a teoria do Deísmo a qual sustenta que, embora Deus exista, Ele não intervém no universo após criá-lo, deixando-o autogerir-se como uma máquina perfeita. Esse conceito, contrastando com o Deus pessoal da Bíblia, passou a circular especialmente durante o período da história conhecido como Iluminismo. Nesta lição, examinamos porque a visão de um Deus distante é inconsistente com as Escrituras e quais são suas implicações para a fé cristã.
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O Ateísmo é uma posição filosófica que nega a existência de Deus. No contexto contemporâneo, muitos abraçam essa visão não apenas como negação da fé, mas como uma tentativa de explicar a realidade por meios puramente naturais e científicos.
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O Pragmatismo, originalmente formulado por Charles Sanders Peirce no final do século XIX, é uma filosofia que avalia o significado e o valor das ideias com base em suas consequências práticas e utilidade, ou seja, se produz resultados satisfatórios. Embora útil em certos contextos, quando aplicado à fé cristã, o Pragmatismo pode distorcer doutrinas bíblicas, substituindo a fidelidade à Palavra de Deus por aquilo que é mais atrativo ou eficaz. Esta lição alerta para os perigos espirituais dessa abordagem que privilegia resultados em detrimento da verdade revelada.
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A teoria darwiniana da evolução tornou-se para muitos uma filosofia que exclui a necessidade de um Criador. Ela defende que as espécies surgem e se transformam ao longo do tempo por meio da seleção natural e de mutações aleatórias. Nesta lição, analisamos por que a interpretação darwiniana estrita da evolução é considerada falaciosa no contexto cristão e como essa visão se confronta com a revelação bíblica, tornando-se incompatível com a fé cristã.
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O Humanismo secular coloca o ser humano no centro, confiando na razão e nas capacidades humanas para solucionar problemas, sem considerar a existência ou autoridade de Deus. Em sua forma moderna, ele sugere que o homem é o criador de seu próprio destino. Nesta lição, analisamos por que o Humanismo é falho do ponto de vista bíblico e de que maneira ele contrasta com a visão cristã do ser humano e de seu propósito.
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Disponibilizar recursos para professores da EBD (Escola Bíblica Dominical), incluindo os textos contidos nas revistas Lições Bíblicas publicadas pela Casa Publicadora das Assembleias de Deus (CPAD).
Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade. (2Tm 2.15)